Rubro de vergonha, o sol se oculta no Ocidente.
Adriano Espíndola Cavalheiro
Bombas caem na Palestina,
do alto da arrogância sionista.
Crianças despedaçadas,
pais desesperados,
mães inconsoláveis!
Capitalistas em crise
em todo o mundo,
transferem para o trabalhador
o custo de sua incompetência:
demissões em massa,
miséria em toda a parte.
Meu colorado,
Uberaba Sport Club,
alegria para povo sofrido,
invade minha poesia:
arrancando um empate da
raposa cruzeirense.
RESISTIREMOS?
Para meu amigo Athur.
Três palavras procurei,
Depois que topei,
um amigo distante,
Fácil culpar outros,
amor sinto tanta mágoa,
Mas como começar de novo,
Não tenho mais vinte e nove,
pois o tempo, esse sim passou.
o amanhã
E as quatro palavras,
(que deveriam ser três),
=-=-=-=-=
Um grande deserto tórrido,
com oásis formados por alguns canaviais,
regados pela transposição do Rio Grande,
que agoniza quase sem água,
lembrando a sina do extinto Chico.
Sofrem os pobres
com fome e sede,
Os zebuzeiros de outrotra,
convertidos em Usineiros,
respeitados agrobusines,
agradecem!
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=-=-=-=-=-
Queria escrever uns versos
de amor,
falar de alegria, de sorrisos
e de noites estreladas.
Celebrar a vida, as conquistas
e o meu romance,
com Rita,
minha doce amada.
Mas a crueldade sionista
dos nazistas de Israel,
chega a desanimar-me
da espécie humana.
massacres promovidos por Israel, na Faixa de Gaza.
nos céus da Palestina,
cruzam bombas e morteiros
genocídas de Israel.
Centenas de novos mortos,
gente do povo, crianças.
Vidas perdidas.
Armas de destruição em massa.
sonhos desfragmentados,
despedaçados.
Faz, em Gaza, ó sionismo,
o mesmo que fizeram aos judeus,
no Gueto de Varsóvia,
nos campos de Auschwitz..
Adriano Espíndola, Janeiro 2009
=-=-=-=-
ferido de morte, clama por justiça.
Clamor que resulta inútil,
frente a indiferença das arrogantes
potências imperiais.
Outro dia finda na faixa:
Armas de destruição em massa
destroem minha Gaza,
explodem crianças,
arrasam com sonhos.
Sionismo maldito e covarde.
teu fim está próximo.
O sangue que derramas,
é o combustível de minha ira!
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